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Terça, 14 Maio 2002 |
No dia 06 de Abril tomou posse a nova direcção da Federação Portuguesa de Orientação para o quadriénio de 2002/ 2006. Através de comunicados pela Internet, a lista candidata criou uma aproximação a todos os intervenientes nesta modalidade a que não estávamos habituados. Foram expostos os seus objectivos em relação à competição, formação e treino. A vontade para trabalhar que durante a candidatura foi demonstrada , tornou-se bem visível desde a tomada de posse. Um grande trabalho de re-estruturação dos regulamentos de competição, adaptação a novos modelos das candidaturas para as provas nos diversos calendários competitivos, um esforço enorme na tentativa de angariação de patrocinadores está a ser levado a cabo além da aposta na divulgação que passa pela oferta de formação sobre a modalidade. As selecções vão voltar a competir e o GAPE está ser reactivado. Será bom que os atletas não faltem a estas chamadas!
Em 11 de Maio realizaram-se testes físicos eliminatórios. Lembra-se que a FPO teve dificuldade em formar uma equipa para representar Portugal na final da World Cup que se disputou no nosso País, e por vezes para ter uma equipa no Campeonato Ibérico é preciso pedir por favor. Uma das razões, que se podem apontar pela indiferença que alguns atletas demonstravam na sua participação é que na sua maioria os atletas intervenientes faziam parte tanto da selecção das Forças Armadas como da Selecção Nacional em representação da FPO, e nestes casos a diferença de estatuto é enorme, pois a FPO não tem possibilidades, pelo menos por enquanto, para poder dar as condições que oferece o Ministério da Defesa. Enquanto para uns era uma honra representar Portugal em qualquer tipo de condições, para outros ter de fazer campismo ou comer mais uma pizzas do que é habitual era um desprestígio.
O papel dos clubes é nesta altura importantíssimo pois nas suas zonas de acção são fundamentais na divulgação e formação da modalidade, sendo as organizações de eventos o meio mais eficaz de cumprir estas funções. Os clubes mais recentes estão na modalidade com um espírito mais aberto e sem vícios do passado e tem desenvolvido um trabalho notável. Torna-se necessário, que todos colaborem nos novos desafios de tornar a modalidade mais popular e com melhores condições, participando nas Assembleias Gerais, reuniões de clubes, respondendo rapidamente aos inquéritos ou formulando opiniões sobre os diversos assuntos que estejam em discussão.
Será muito bom para a modalidade que os diversos intervenientes em todo este processo, tomem consciência de que a FPO é o conjunto de todos nós, e sempre que a ela se refiram, o façam como sendo a NOSSA FEDERAÇÃO e não como uma instituição que está afastada da realidade e em que nós não temos nada a acrescentar.
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Última Actualização ( Quarta, 14 Janeiro 2004 )
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