PROCESSO DE TREINO |
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A noção de "treino", é empregue nas mais variadas áreas, abrangendo um processo que, através da aplicação de conteúdos (exercícios), visa a atingir um nível mais elevado na área do objectivo previsto. O treino desportivo procura pois, estabelecer pelos seus efeitos, uma adaptação do atleta ou da equipa às condições que lhe são impostas pela competição, de modo assegurar uma eficiência máxima, com um dispêndio mínimo de energia e uma recuperação tão rápida quanto possível. Na Orientação, bem como em qualquer outra disciplina desportiva, o processo de treino deve ser conduzido a partir do conhecimento profundo dos denominados fundamentos que determinam o seu rendimento. Assim, com base na aplicação de alguns testes individuais, Kolb et al. (1987; citado por Moser, 1995), desenvolveram um modelo matemático para a Orientação que considera a capacidade de corrida (factor físico) e a capacidade de orientação (factor técnico) como a real essência do sucesso, contribuindo com igual valor para a performance. Este modelo denuncia à partida, uma obrigatoriedade de inclusão das capacidades referidas num processo de treino que vise um incremento substancial na qualidade de prestação do atleta.
Não obstante as minhas próprias limitações neste vasto universo do conhecimento que envolve o treino, através da exposição dos processos de treino aplicados aos diferentes atletas que me procuraram, no âmbito do desenvolvimento do factor físico, o presente espaço procura transmitir algumas noções das metodologias mais credenciadas nesta área do saber que poderão funcionar como instrumentos válidos para todos, treinadores, atletas e demais interessados no assunto. Tudo a favor do crescimento desta apaixonante modalidade desportiva. BOM PROVEITO. Rui Ferreira Temporada 2002-2003
Temporada 2001-2002
Temporada 2000-2001
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